A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) decidiu, recentemente, baseada em estudos sobre a produção de cana-de-açúcar transgênica, liberar comercialmente a produção da matéria-prima geneticamente modificada. A decisão coloca o país na vanguarda da produção deste tipo de cana que não oferece riscos e ainda é resistente à pragas.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, comemorou a notícia, lembrando que ela abre novas perspectivas para o setor produtivo. “Além de mais resistente, a cana modificada geneticamente tem maior produtividade e também mais qualidade o que proporcionará um ganho em vários aspectos. Essa tecnologia, sem dúvida, será importante para o futuro do Brasil”, destaca Murilo.

O pedido de liberação foi feito pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), que desenvolveu uma variedade da planta resistente à broca do colmo, praga comum nos canaviais do centro-sul do país. O CTC protocolou em 27 de dezembro de 2015 o pedido de liberação comercial que motivou uma audiência pública realizada em outubro passado, em Brasília. A CTNBio é uma instância colegiada multidisciplinar ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Sua finalidade é prestar apoio técnico-consultivo e assessoramento ao governo federal para formular, atualizar e implementar a Política Nacional de Biossegurança. Agora, a liberação da cana de açúcar segue para registro e avaliação do Ministério da Agricultura.

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