Números revelam posição de partida de cada um dos nomes em análise no Jardim Girassol









O Jardim Girassol ainda não se debruçou, detidamente, sobre nomes para 2018, uma disputa que pode determinar a longevidade do ‘projeto’ socialista ou o encerramento de um ciclo administrativo liderado pelo governador Ricardo Coutinho.

Há, dentro dos vários grupos, simpatias e preferências, algumas mais explícitas aos que acham estar sintonizados com o desejo de Ricardo e outras mais abafadas pela ausência de um direcionamento claro e definitivo do governador.
A pesquisa 6 Sigma, contratada pelo radialista Fabiano Gomes e mantida em off, chegou para, sem querer, agitar esse debate interno no Governo. E os números dão uma idéia do tamanho de cada um e as posições na partida dessa corrida.

Para surpresa geral, a vice-governadora Lígia Feliciano aparece melhor posicionada, mesmo sem nunca ter aberto a boca para se afirmar como pré-candidata e se comportar de forma discreta.

Ainda sem muitos espaços e afagos governamentais, ela surpreende e parte com 3,1% das intenções de voto captadas pelo instituto. Acima do presidente da Assembleia, Gervásio Maia, e do senador Raimundo Lira, ambos com 2% da preferência.

Detalhe: realizada de 31 de janeiro a três de fevereiro, a pesquisa foi feita no auge da expectativa e posse de Gervásio e dias depois das freqüentes aparições de Raimundo Lira em almoços com lideranças do PMDB e travando debate com Maranhão.

Lígia, Gervásio e Lira são, a preço de hoje, as opções postas no tabuleiro do Governo. Todos os três têm condições políticas, cada qual por motivos e perfis diferentes, de se consolidarem no futuro próximo.

O presidente da Assembleia pelo seu jogo de cintura e presença numa grande vitrine durante os próximos dois anos. Raimundo Lira por ser filiado a um partido de reconhecida capilaridade. E Lígia Feliciano pela vantagem da real perspectiva de assumir o poder em abril de 2018.

Mas a verdade é que essa pesquisa mexeu no tabuleiro e o Jardim Girassol passou a enxergar esse debate, ainda incipiente, com outros olhos. Ou melhor, começou a abrir os olhos.

 

Fogo de monturo
Causou alvoroço nos bastidores a informação publicada ontem aqui na Coluna dando conta do ‘veto’ inicial do governador Ricardo Coutinho ao ex-presidente da Assembleia, Adriano Galdino (PSB), na escolha do líder do bloco da maioria. Setores incendiários do Governo ainda não digeriram atritos com Adriano na campanha em Campina Grande, apesar da lealdade de Galdino.

BRASAS
*Desdobramentos – Amanhã a Coluna analisa as opções da oposição, a partir dos dados da pesquisa 6 Sigma.
*Mineirinho – Romero Rodrigues (PSDB), caladinho, já aparece nas lembranças do eleitorado paraibano.
*Impulso – Da Oposição, Luciano Cartaxo (PSD) é quem mais tem o que comemorar da primeira parcial antes de 2018.
*Insatisfação – O senador Raimundo Lira (PMDB) não escondeu a contrariedade com o desfecho da disputa pela presidência da CCJ.
*Queixa – O seu desabafo, de que houve interferências externas na decisão, ganhou repercussão nos principais veículos do País.
*Licitação – A Agência Três Comunicação, do publicitário Max Leal, tem contrato com a Assembleia até setembro.
*Regresso – Arthur Filho (PRTB), suplente de deputado estadual, se prepara para voltar à Assembleia.

FALA CANDINHA!
Trocadilho ideológico
De Dona Candinha sobre a passagem de Jair Bolsonaro (PSC) na Paraíba.
– Ele entra pela direita e sai pela esquerda!

PONTO DE INTERROGAÇÃO
Um ano e quatro meses é tempo suficiente para a relação de Luciano e Manoel Júnior estreitar?

 

PINGO QUENTE
“Imunidade é para falar e não para roubar”. Do deputado Jair Bolsonaro (PSC-foto), em Campina Grande.



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